Vacina contra gripe suína (H1N1)

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Saiba tudo sobre a vacina contra gripe suína (H1N1). Quando será o início da campanha, quem deve se vacinar e quais cuidados necessários.

Vacina gripe suinaA gripe suína foi um dos maiores temas de saúde de 2009 e uma das medidas com maior impacto em 2010 será a vacinação.

Com o intuito de informar aos nossos leitores sobre a vacina contra a gripe suina, o portal Banco de Saúde preparou uma matéria especial sobre a produção da vacina, o início da campanha e também sobre o grupo prioritário.

A medida que novas informações forem sendo liberadas, esta matéria será atualizada.

Calendário de vacinação resumido

Vacina gripe suina calendario

 

 

A vacina contra gripe suína

O órgão responsável pela distribuição da vacina para todo o Brasil é o Ministério da Saúde, que, segundo o governo paulista, deve receber até o início de março 83 milhões de doses da vacina.

O governo brasileiro gastou R$ 1 bilhão nas 83 milhões de doses da vacina.

Os primeiros lotes já começaram a chegar no Brasil.

As doses serão enviadas ao Brasil de forma escalonada. Estima-se que todas as doses cheguem ao Brasil até o início de março.

A secretária de Estado da Saúde de São Paulo informou que os primeiros lotes, com 600 mil doses já foram colocados a disposição do Ministério da Saúde.

O Instituto Butantan

De acordo com o Diretor da Fundação Butantan, José Guedes, o instituto dará início sua própria produção de vacina provavelmente em agosto.

Os equipamentos direcionados a produção da vacina já estão sendo testados pela Sanofi e esperam a autorização da Anvisa para que a produção tenha início.

O instituto pretende entregar a vacina em julho de 2011.

A fábrica possui capacidade de gerar 50 milhões de doses por ano podendo possibilitar a ampliação da população selecionada.

Além de gerar vacinas próprias, o instituto possui o objetivo de embalar as doses enviadas ao Brasil.

O instituto Butantan já recebeu 5,6 milhões de doses – 13,5% do total encomendado.

Grupo de prioritários

Inicialmente estão entre o grupo de prioritários:

  • Trabalhadores de saúde envolvidos em atendimento aos pacientes;
  • Grávidas;
  • Indígenas;
  • Crianças entre 6 meses e 2 anos;
  • Adultos entre 20 e 39 anos;
  • Pacientes de doenças crônicas
    • Obesidade grau 3 - antiga obesidade mórbida (crianças, adolescentes e adultos);
    • Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística, displasia broncopulmonar);
    • Asmáticos (formas graves);
    • Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória;
    • Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo: distrofia neuromuscular);
    • Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico);
    • Diabetes mellitus;
    • Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral);
    • Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes em diálise);
    • Doença hematológica (hemoglobinopatias);
    • Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (exemplos: doença reumática autoimune, doença de Kawasaki);
    • Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca;
    • Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias, cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular)..
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