Transmissão do HIV

O HIV pode ser transmitido pelo sangue, sêmen, secreção vaginal e pelo leite materno.

Transmissão sexual: ocorre pelo ato sexual vaginal, anal ou oral no qual haja contado do sangue, sêmen ou secreções vaginais da pessoa infectada pelo HIV com a pessoa sadia. Pode haver infecção também através do contato com objetos sexuais contaminados, caso não sejam devidamente lavados ou cobertos com uma camisinha.

Transmissão por sangue contaminado: o HIV pode ser transmitido através do sangue ou produtos derivados do sangue (como plasma e plaquetas) em transfusões sanguíneas. Desde o início da década de 90, hospitais e bancos de sangue têm feitos exames de rotina no sangue de doadores para identificação do HIV. Estes exames reduziram substancialmente o risco de alguém ser contaminado pelo HIV durante uma transfusão.

Transmissão através de agulhas ou seringas contaminadas: o HIV pode ser transmitido através de agulhas ou seringas contaminadas. Usuários de drogas injetáveis que compartilham seringas ou agulhas, também têm risco da transmissão do vírus da hepatite e outras doenças infecciosas.

Transmissão através de perfuração acidental com agulhas ou objetos cortantes: a transmissão do HIV de um paciente contaminado para um profissional de saúde, seja por uma perfuração acidental por agulha durante procedimento cirúrgico ou mesmo numa punção venosa, é baixa. Especialistas acreditam que o risco de contaminação neste tipo de acidente seja menor que 1%.

Transmissão da mãe para o filho: a cada ano, cerca de 600.000 recém-nascidos são infectados pelo HIV, seja durante a gestação, durante o parto ou no período de amamentação. Mas de a mulher recebe tratamento para o HIV durante a gravidez, o risco de infecção do bebê se torna bastante reduzido.

Outros métodos de transmissão: em raros casos, o HIV pode ser transmitido através de um órgão transplantado, inseminação artificial ou por equipamentos cirúrgicos ou odontológicos não esterilizados.
 

Sem votos